Editorial

Autonomia pela Democracia nas Eleições de 2018

Sim, ele não. Sim, fascista, sem meias palavras. E não, não podemos nos calar. Não, a eleição presidencial de 2018 não é uma eleição qualquer. Poderíamos dizer que ela é um plebiscito sobre a democracia, mas não é. Não é isso que está colocado. Sobretudo para as massas, no estado emergencial em que se encontram. O que nos parece claro, e já resta comprovado, é a inacreditável realidade em tamanho expandida construída no nosso país, via linhas de transmissão de Whatsapp, coisa em relação á qual a justiça eleitoral não tomou providências -- e não se sabe se o fará...

Continue Lendo →

Chegou Maio de 68: A Brecha: um Jovem Cinquentão no Brasil

Finalmente, Maio de 68: a Brecha ganha uma edição em língua portuguesa e nós da Autonomia Literária temos a honra, neste cinquentenário da Revolução Global de 1968, de apresenta-la ao público brasileiro. A icônica obra, escrita pelo memorável trio formado por Cornelius Castoriadis, Claude Lefort e Edgar Morin, ganha vida no Brasil de 2018 na fina e criteriosa tradução dos jovens Anderson Lima da Silva e Martha Coletto Costa -- com prefácio à edição brasileira do quase centenário Morin, ironicamente o mais velho dos três autores e o único ainda vivo, apresentação à edição brasileira de Marilena Chaui, ensaio crítico...

Continue Lendo →

Chegou o novo Marx Selvagem, (quase) cinco anos depois

Marx Selvagem, de Jean Tible, ganha nova edição pela Autonomia Literária. O Brasil em que o Marx Selvagem retorna, no entanto, é outro, mais sombrio e perigoso, mas talvez por isso a obra faça cada vez mais sentido. Como bem lembrado por Jean Tible, na sua nota à nova edição do Marx Selvagem, a obra retorna neste ano em que comemoramos os 200 anos de nascimento de Karl Marx, mas também o centenário da revolução alemã e os 50 anos da revolução mundial de 1968 -- não haveria ano melhor, ou mais cabalístico, para apresentarmos uma nova edição do livro, para...

Continue Lendo →

O Brasil será a Colômbia e o México amanhã?

Semelhante com nossos vizinhos latino-americanos, sangrando pelas consequências da radicalização do neoliberalismo, envolvimento do Estado na execução de ativistas se torna cada vez mais recorrente. Por pouco candidato da esquerda colombiana não teve o mesmo destino de Marielle Franco. Por Hugo Albuquerque, editor da Autonomia Literária Atualização de 28/03 de 2018: O atentado a balas contra  a caravana do ex-presidente, e ora candidato à presidência, Luís Inácio Lula da Silva, independentemente de paixões partidárias e preferências ideológicas, é mais um fato gravíssimo que se insere no contexto de acirramento da violência política no país. É um fato terrível que precisa ser...

Continue Lendo →