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Combo: revolução ecossocialista

Sintomas Mórbidos: a encruzilhada da esquerda brasileira
Orelha: Debora Baldin
Capa: Maikon Nery
Revisão: Ligia Magalhães
Preparação: Hugo Albuquerque
Página: 380
ISBN: 978-85-69536-49-9

A revolução é o freio de emergência
Subtítulo: Ensaios sobre Walter Benjamin
Tradução: Paolo Colosso
Páginas: 160
ISBN: 978-85-69536-69-7
Ano: 2019

R$95.00 R$76.00

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Sobre o autor

Michael Löwy

Michael Löwy é formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, trabalhou na Université de Paris VIII com Nicos Poulantzas, é Diretor emérito de pesquisas do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS). Homenageado, em 1994, com a medalha de prata do CNRS em Ciências Sociais, é autor de "Estrela da manhã: marxismo e surrealismo", "Revolta e melancolia: o romantismo na contracorrente da modernidade", "Walter Benjamin: aviso de incêndio", "Lucien Goldmann ou a dialética da totalidade", "A teoria da revolução no jovem Marx", "A jaula de aço: Max Weber e o marxismo weberiano", entre outros. Seus livros e artigos são traduzidos em mais de 25 línguas.

Sabrina Fernandes

Sabrina Fernandes é doutora em Sociologia, com especialização em Economia Política, pela Carleton University, no Canadá. Além de estudar e viver o contexto da esquerda brasileira, é especialista em teoria marxista, estudos feministas e sociologia ambiental. Atualmente, é pesquisadora do programa de Pós-Graduação em Sociologia da UnB e produz o canal de divulgação científica e política, Tese Onze.

As crises do século XXI trouxeram um novo paradigma paras as lutas socialistas: não vamos superar o capitalismo e suas crises cíclicas que afundam cada vez mais o mundo em desgraça se a questão ecológica não estiver no centro de um projeto de transformação radical. É uma proposta radical que poucos defendiam mas muito serão obrigados a defender se quiserem ver o planeta sobreviver este século. Para isso, separamos nesse combo os maiores ecosocialistas da atualidade: a socióloga marxista mais radical da internet, Sabrina Fernandes, e o cientista político marxista surrealista Michael Lowy.

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Sintomas Mórbidos: a encruzilhada da esquerda brasileira

O título do livro Sintomas Mórbidos: A encruzilhada da esquerda brasileira, escrito pela socióloga, feminista e uma das youtubers mais radicais à esquerda nas redes, Sabrina Fernandes, remete ao interregno pensado pelo revolucionário italiano Antonio Gramsci na famosa passagem do seu Cadernos do Cárcere: “o velho está morrendo e o novo não pode nascer; neste interregno, uma grande variedade de sintomas mórbidos aparece”. Isso se encaixa como uma luva no Brasil contemporâneo depois do verdadeiro terremoto político causado pelas manifestações de Junho de 2013 e seus ecos. O equilíbrio desequilibrado que sustentava a frágil democracia liberal brasileira, aparentemente, se desfez. Como consequência, temos um perturbador entretempo: de fragmentação das esquerdas e ascensão da extrema-direita — sobre o qual Sabrina Fernandes disserta, por uma perspectiva marxista, apresentando a noção crise de práxis como uma chave para o entendimento do que se passa, ao passo que possibilita (e mira!) na superação da pós-política e da ultrapolítica e na construção de uma utopia concreta e realizável, fator crucial na revolução necessária do nosso porvir.

A revolução é o freio de emergência

Michael Löwy reconstiui a produção benjaminiana de modo rigoroso, com conceitos fundamentais e teses centrais de sua crítica à modernidade. Mas também compreende o filósofo alemão como sujeito concreto e situado, cuja experiência intelectual foi marcada por encontros profícuos, atravessada por afinidades e, ainda, por relações de distanciamento. Isto inclui os diálogos de Benjamin com o surrealismo, com o anarquismo, com a teologia e, não menos importante, os ajustes de contas que o conduziram a uma inflexão no marxismo. Um “materialismo antropológico” e uma renovada ideia de revolução são elementos estruturantes para essa virada, mas não os únicos. Löwy retrata Benjamin em suas heterodoxias e originalidade, consegue vislumbrar mediações entre obras de juventude e de maturidade do filósofo alemão.

Todavia, a leitura estrutural do trabalho benjaminiano não dispensa Löwy de trazer seu autor a pensar os desafios do presente, questões urgentes para o tempo-de-agora, entre as quais vale destacar o risco do desastre ecológico sob os modelos de desenvolvimento capitalistas e, ainda, a necessidade ainda premente de ler a história a contrapelo. O que temos, como resultado, é uma filosofia contundente em que cada segundo é a porta estreita pela qual se pode abrir uma transformação radical.
— Paolo Colosso

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