Combo: Drogas, proibição e legalização

Drogas: a história do proibicionismo
Autor: Henrique Carneiro
ISBN: 978-85-69536-41-3
Páginas: 514

Dichavando o poder: drogas e autonomia
Autor: Varios
ISBN: 978-85-69536-04-8
Páginas: 400

R$75.00

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Categoria:

Sobre o autor

Coletivo DAR

Coletivo antiproibicionista organizado sem hierarquia ou ligação com grupos religiosos, empresas e partidos políticos.

Henrique Carneiro

Professor de história da USP. Prefaciou o livro “Como esmagar o Fascismo”, de Leon Trotsky, lançado pela Autonomia Literária.

Tempos difíceis, leituras necessárias.

As medidas autoritárias que presenciamos não só agem pela destruição de nossos poucos direitos garantidos, das formas de existir das minorias e da organização da classe trabalhadora como também pela destruição das condições necessárias para o estudo e a formação política.

Pensando nisso, fizemos combos temáticos que nos ajudam a compreender a ascensão do fascismo, a crise do capitalismo e a pensar estratégias possíveis para sair dessa situação.

Como Nasce e Morre o Fascismo e Como Esmagar o Fascismo são duas obras essenciais que nos ajudam a compreender o que leva essa ordem ao êxito e o que é capaz de detê-lo finalmente.

Lenin já dizia, não há movimento revolucionário sem teoria revolucionária.

Drogas: a história do proibicionismo

Você sabia que os revolucionários bolcheviques concordavam com a proibição da vodca imposta pelo czar Nicolau II até assaltarem o poder e perceberem que o estado soviético dependeria daquela receita para fazer avançar a revolução? Que o Canada, assim como o estado soviético fazia com a vodca, tem hoje um monopólio estatal para distribuir maconha? Que a proibição do consumo de certas plantas, como café, cevada, papoula, cannabis, folha de coca, tabaco e etc. é uma ideia recente que começou a se proliferar no final do século XIX com o nascimento da biopolítica? Que a classificação de certas plantas como “drogas” e a sua divisão entre ilícitas, lícitas medicinais e as lícitas recreativas é extremamente recente? Quando começaram a criminalizar certas substâncias que não fazem mal a ninguém – a não ser ao próprio usuário? Por que plantas que estimulam a produtividade, cruciais para o funcionamento do capitalismo, são abertamente comercializadas – apesar dos seus danos à saúde?

Todas as questões, entre outras, dão a tônica do livro “Drogas: a história do proibicionismo”, escrito pelo professor do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e especialista em história da alimentação, Henrique Carneiro. O livro, além de resgatar algumas proibições históricas da antiguidade, traça uma análise de diferente interdições promovidas pelos Estados modernos na França, Canadá, Estados Unidos, Rússia e China. O livro também discorre sobre a revolução psicoativa do final do século XX e como o capitalismo se apropriou desta questão para transformá-la em mercadoria, enquanto criminaliza consumo de grupos colonizados e não hegemônicos.

Dichavando o poder: drogas e autonomia

Após longos anos de trabalho, estudo e militância pela legalização e mudança da política de drogas, o Coletivo Desentorpecendo a Razão (DAR) apresenta ao leitor esta coletânea de artigos, reunindo e consolidando em um só espaço as principais reflexões da sua caminhada nas trincheiras contra a Guerra às Drogas. Com foco na missão não só de criticar uma guerra inclemente, injusta e fratricida — que lota os presídios e criminaliza principalmente os jovens pobres, negros e periféricos –, os artigos reunidos também pensam nas alternativas concretas experimentadas mundo afora. Trazem relatos dos países que aboliram a “pedagogia do castigo” contra os usuários e críticas à estatização excessiva das soluções. Mirando a saúde, a liberdade e o bem-estar da sociedade, juízes, antropólogos, filósofos, sociólogos, historiadores e movimentos sociais problematizam a forma com a qual a sociedade lida com as drogas no Brasil e apontam possíveis saídas para o atual sistema penal, essa máquina seletiva de moer gente. O DAR, importante ator do movimento antiproibicionista do país, convida todas e todos a entender o cerne de seus argumentos e a se engajar nessa luta estratégica para uma sociedade mais livre.

O livro conta também com ilustrações de André Dahmer, uma versão em quadrinhos para os textos de Walter Benjamin sobre haxixe, feita por Luciano Thomé, e contribuições inéditas relacionadas ao tema elaboradas especialmente para essa obra, escritas por: Paulo Arantes, Maria Lúcia Karam, Henrique Carneiro, Maurício Fiore, Paulo Malvasi, Adalton Marques, Rafael Zanatto, Thamires Regina Sarti, Bloco Feminista da Marcha da Maconha de São Paulo (com colaboração da Ala Feminista da Marcha da Maconha do RJ e de feministas da Marcha de Santos), Ilana Mountian, Isabela Bentes, Carlos Eduardo Torcato e Núcleo Álcool, Drogas e Medicalização do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo.

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