Depois da última sessão de cinema: Spcine, audiovisual e democracia

Organização: Fabio Maleronka Ferron e Alfredo Manevy
Entrevistados: Ugo Giorgetti, Anna Muylaert, Adhemar Oliveira, Renata de Almeida, Toni Venturi, Manoel Rangel, Débora Ivanov, Orlando Senna, Juca Ferreira, Rubens Rewald, Tata Amaral, Fernando Haddad, Nabil Bonduki, Orlando Silva, Andrea Matarazzo, André Sturm, João Daniel Tikhomiroff, Ana Louback, Renato Nery, Rafael Carvalho, Eduardo Raccah, Tammy Weiss, Ailton Krenak, Viviane Ferreira, Beatriz Seigner, Malu Andrade, Raul Perez, Julia Katharine, Diego Paulino, Maíra Bühler, Ariel Velloso, Mauro Garcia, Rodrigo Guimarães, Mauricio Ramos, Laís Bodanzky, Fernando Meirelles, Alessandra Negrini, Kleber Mendonça Filho, Marcelo Rubens Paiva e Rodrigo Teixeira
Páginas: 424
Ano: 2021
ISBN: 978-65-87233-51-2

R$60.00

Categoria:

Sobre o autor

Alfredo Manevy

Alfredo Manevy coordenou a implantação e presidiu a Spcine entre 2014 e 2016. Foi secretário-executivo do Ministério da Cultura no governo Lula (2008-2010). É doutor em Audiovisual pela Universidade de São Paulo (USP) e leciona Cinema na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Fabio Maleronka Ferron

Fabio Maleronka Ferron é professor de Produção Cultural Contemporânea, Programação e Curadoria. Foi coordenador do Circuito Municipal de Cultura de São Paulo e curador da Virada Cultural em 2014 e 2015. Integrou o Conselho Gestor do Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer (2013-2016) e o Conselho de Administração da Spcine (2015-2017). É mestre em Estudos Culturais pela Universidade de São Paulo (USP).

O cinema em São Paulo viveu por décadas o sonho de ter uma política efetiva de fomento arquitetada em um arranjo local e com influência nacional. Se existia alguma dúvida de seu poder de atração e geração de renda, o mundo global multitela sobre conexões de internet emergiu para ser um novo padrão de acesso cultural. Para além das telas grandes, o cinema se ampliou junto a setores como televisão, streaming, games e publicidade, constituindo o campo do audiovisual. A criação da Spcine impulsionou esse setor na maior cidade do país e foi um marco político cultural inconteste. Em quarenta depoimentos inéditos, o leitor poderá se aprofundar na forma como produtores, cineastas, empresários, associações do setor, gestores públicos e políticos analisam o impacto do cinema e da Spcine a partir do que se realiza em São Paulo. A empresa pública estruturou editais de diversidade, potencializou produções locais, facilitou burocracias para filmagens pela cidade, lançou-se no video on demand com a Spcine Play e implantou um precursor circuito de salas públicas na periferia, dentro dos Centros Educacionais Unificados (CEUs). As entrevistas e os textos das páginas de Depois da última sessão de cinema se complementam como um documentário: histórias, ideias, conquistas, críticas contra a crise, projeções de futuro – elementos que compõem um panorama luminoso a todos aqueles que buscam entender as relações do fazer audiovisual com os bastidores políticos.

– Aloisio Milani

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